02.00H
Os dias intermináveis que me assolam; O tempo imóvel e entorpecedor; O sol escondido pelas colossais nuvens; Esta casa, e cada divisão que ela possui; Os objectos que aqui se encontram, mesmo que ocultos à minha visão; Cada pessoa que por cá vagueia e me importuna a alma com tenuidades!
Vou ficando no meu pequeno refúgio, que sabe como me camuflar dos pequenos terrores que arruínam a minha quietude. E aguardo pelas sombras anunciando que o mundo nem sempre é o sítio que teimamos em idealizar!
*Há dias em que o tempo parece infindável, e a revolta se entranha em mim valendo-se dos pensamentos que persistem em me atemorizar!
Resta-me a silenciosa esperança de que um dia o que ambiciono, para mim e para o mundo, estará à minha espera para ser vivido!
Vou ficando no meu pequeno refúgio, que sabe como me camuflar dos pequenos terrores que arruínam a minha quietude. E aguardo pelas sombras anunciando que o mundo nem sempre é o sítio que teimamos em idealizar!
*Há dias em que o tempo parece infindável, e a revolta se entranha em mim valendo-se dos pensamentos que persistem em me atemorizar!
Resta-me a silenciosa esperança de que um dia o que ambiciono, para mim e para o mundo, estará à minha espera para ser vivido!
Sei que vagueio por sítio algum
Há espera do que não chegará
Mas apenas a esperança me resta
De que o tempo tudo mudará!
Há espera do que não chegará
Mas apenas a esperança me resta
De que o tempo tudo mudará!
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